quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

FÃ SECRETO FUNCIONOU?

Acho que não!
Não teve como sustentar o espírito da brincadeira. A tentativa de inovar - amigos secretos, sem presentes - não funcionou!

A ideia não era de todo má, tinha bons objetivos: estimular o reconhecimento de qualidades entre os colegas e criar uma pauta "positiva" para as interações na sala do café.
Teve um sorteio (não participei) de nomes - isso mesmo nomes. Cada pessoa pegava um papel com três nomes e se comprometia em providenciar seis "publicações" no mural.
Esperava-se que o mural ficasse cheio logo e que despertasse curiosidade. Não foi assim. Apareceram cartões com frases do tipo:  Pessoa elegante e gentil, sempre disposta a ajudar! Você sabe  é muito competente no seu trabalho, exemplo de professor! Pessoa querida, alegria e bondade o tempo todo!
Olhei as primeira publicações e achei muito, mas muito mesmo, recorta e cola de perfil de horóscopo. Tipo isso:


VAMOS CONSIDERAR ELOGIO

Elogiar alguém pode ser coisa difícil.
Manter-se no lado certo, sem cruzar a linha fina que separa  reconhecimento sincero de bajulação descarada, é ciência e arte.
Alguns são capazes de calcular efeitos, medir palavras. Outros, mais espontâneos, correm o risco livremente. Nos dois grupos conheço gente que obtêm grandes sucessos. [Sei, há os fracassos, mas desses eu não lembro. A minha surpresa é sempre quando a coisa da certo. É isso que fica na memória!]
Uma das "brincadeiras" de final de ano foi "elogiar" . Na verdade, a folia era praticamente "fã-secreto". Colocar no mural do café frases ou imagens com "características positivas" de uma pessoa para que os outros tentassem adivinhar.
Essa imagem apareceu. Fomos citadas como prováveis alvos. 
Aceitamos como elogio.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

SPELLING ANIMALS (II)

Gostei e fui buscar outras ilustrações!
(Não, ela não consegue "ler". Definitivamente a Mais-Má não reconhece as letras!)
Esses gatinhos são fofos, com caras de bobo!

Essa palavra (é um nome próprio) a gente não leu para ela!

SPELLING ANIMALS : HOUNDS

A ideia é simples, mas de execução complicada.
A Mais-Má não conseguiu enxergar na primeira vez. Nem na segunda. Só depois de mais uma tentativa "viu", mas não se convenceu...
Em um ponto concordamos: os cães são muito "interessantes" , não exatamente fofos, mas os detalhes funcionam quando vistos em maior aumento!(Mas, nesse caso, nada de leituras!)

https://nancyfarmer.files.wordpress.com/2014/12/dogs_home-is-where_lg-email.jpg

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

E NÃO É SÓ ISSO!

Além de parar e ficar olhando as fotos, eu passo para o conteúdo, vou para o link. Essa foto, por exemplo, me fez acessar o site!


NÃO ESTOU SÓ!

Imagens que nos chamam a atenção de modo imediato - cada um deve ter sua lista! 
Não? É possível um cérebro que não responda, não se mobilize por imagens?
Tá, então faz de conta... E eu volto ao assunto: não sou a única que para e fica olhando para xícaras fumegantes.A prova disso (eu considero que seja evidência suficiente para comprovar minha tese) é o número de fotos de xícaras no Pinterest. E sim, eu sempre paro e olho. 

COLECIONADORA (INCOMPETENTE)

Infográficos, uma das boas  coisas desse século!
Ah! Mas, por favor, é o bom e velho esquema ilustrado!
Não estou dizendo que é novidade. Em termos de comunicação, desde que a humanidade começou a usar tambor e sinal de fumaça, os recursos podem ter mudado mas a essência...
Seja como for, meu assunto não é esse!
Tomei consciência que tenho uma razoável coleção de infográficos na minha coleção de figurinhas!
Um colecionador que não sabe o que tem? Pura incompetência.
Mas eu não tenho problemas com isso, vou continuar juntando, aleatoriamente!
Aqui, a aquisição mais recente:



quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Amor não se explica!


Concordo!
Não precisa explicação alguma para amar ou não.
Mas, dá licença para eu ficar confusa...
Ser índio, viver a cultura K. (não sei escrever o nome como se deve!) é tão importante!
Manter as raízes, continuar a história desse povo é tão necessário e bonito que já tem gente pensando em aprender K . Tudo bem se a pessoa for de ascendência de gringo com alemão? 
Acho que sim, Amor não se explica...
Mas, por que raios e trovões, esse militante da cultura indígena, que jura  - por todos os rios e árvores da extinta Mata Atlântica - que ser índío é necessário,  é tão não-índio?  Só eu vejo a falta de sintonia?
Até a mulher dele é - de acordo com a expressão que ele usou o tempo todo: não-índia! Ou seja, formou par fora da cultura que tanto preza e deseja preservar...
É amor . Não se explica...

O que passa pela cabeça das pessoas?


Ser índio é tão bom, tão bom que durante a palestra, uns dois ou três se converteram em indígenas! 
Sim, houve momento epifania, houve momento "si- descobri" !!!
O palestrante, índio bonitão, bem vestido ...
Vestido  demais! Essa foi a principal observação das colegas menopáusicas com hormônios descompensados.
Queriam o quê? Que viesse de tanga??? Que mundo é esse, em que matronas têm  fantasias frustradas porque um representante de grupo indígena vem palestrar de casaco e camisa social???



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Infância infinita! Tempo infinito!

Já tinha visto muita imagem  de control journal, filofax, bullet journal, mas nunca tinha me incomodado.  Dessa vez prestei mais atenção e raciocinei um pouco. A primeira pergunta: esse povo não saiu da infância? Eu gosto de artigos de papelaria, até entendo! O que eu não consigo entender é o excesso!  
A segunda pergunta: Essa gente vive disso ou... Nossa, esse povo deve ter tempo, muito tempo! Fico entre a perplexidade e a inveja.
Acho que por alto 90% das coisas que vi, não tem funcionalidade alguma. São manifestações que vão do gosto duvidoso a coisas muito bem arranjadas, mas tudo parece superficialidade estética! Não tem como levar a sério!
(Ainda que possa ter coisas bonitinhas!)


Surpreendente!

Qual é a diferença entre um adesivo transparente e um adesivo fosco?
Ficou em dúvida?
Não sabe reconhecer qual é qual?
Tem uma tia que ensina! E ela é muito didática!
Mostra no vídeo o que acontece quando se usa um e se usa o outro. Resumindo é assim: o transparente deixa a ver o papel e as linhas que ficaram em baixo dele e o  adesivo fosco não deixa ver!

Sério, eu gosto dessa sensação: vou morrer e não vou ver tudo!



Pensando no Futuro

Seguindo a minha forte tendência de "Se não quero trabalhar, faço listas", comecei seriamente a pensar na minha organização para 2017!
Comecei a questionar, depois de  anos de uso de agenda do tipo Tilifax se vale a pena comprar outra. A minha já está bem usada, em situação de desmantelamento, com elásticos vencidos e as bordas abrindo. Nenhuma queixa contra o produto, foi muito usada mesmo!
 
Coisas da vida, o que mais me atraiu, agora me afasta. As garras ! Não sei desde quando, mas cada vez que tenho que escrever na página da borda para o centro, quando a mão encosta no  metal, limite do papel, surge uma leve irritação...
To pensando em caderno, capa dura, sem argola, sem espiral...

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Preocupada!

Sempre gostei de sapatilhas de bico fino, assim

Gosto desse tipo de sapato, na fé e confiança que elas ficam muito bem no pé, tipo assim:

Agora, depois que a Mais-Tonta me mostrou essa foto, fiquei com várias dúvidas...
Meu pé é magro e meio ossudo ..



Susto no banheiro

Chove e chove muito!
Também tem vento, bem forte!
Ah, o horário de verão é outro dado importante.
São essas explicações, mas nada justifica. Eu entrei no banheiro e descobri que estou em um superincrível bad-hair-day

Depois de algum esforço, acompanhado de água, hidratante (Creme de mão mesmo, porque o creme de pentear não veio!) e muito trabalho de pente, minha situação melhorou um pouco. Só um pouco, tipo assim
Tá, é exagero! Mas juntar a juba deu trabalho! Ainda bem que não teve testemunhas!

Superentendo!

Super!
De uma hora para outra (ou não tinha reparado antes) as pessoas ao meu redor super-falam super!
Superentendo, superclássico, superbom; supercheio, superincrível supernotável, superestranho; superdigno, superalagado...
Essas são as que eu lembro de ter ouvido de ontem para hoje.
Dia supercalmo, hoje!
Supervazio por aqui, dá até para trabalhar de porta aberta.
Superoriginal!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Para não ficar parecendo uma infata psicopata


Quando eu era criança, as minhas ideias estranhas não eram de assassinato. (Essas vieram depois, na adolescência!) Tão pouco tinha sonhos de ser "peculiar", não me envolvi com magia negra, cinza ou branca, não via unicórnios no jardim... Nada disso! Eu era uma criança leitora. Devoradora de livros que, se tivessem boas histórias, eu adotava na minha imaginação. Passava semanas em diálogos (Diálogos mentais, eu sei me controlar desde cedo!) com alguns personagens, me dando ao direito de discordar radicalmente do enredo original...
Também me envolvia em coisas menos literárias e bem ... absurdas eu acho. Numa tarde de verão fui buscar água para a minha avó e tinha uma gota pendente no bico torneira. Era uma gota perfeita, prestes a cair, iluminada pelo sol que refletia na pia... Olhei aquela gota e lá fiquei... Um corpo, pendente no vácuo, sem capacidade de controlar seu deslocamento  e prestes a desabar. Fique ali, esperando a solução daquele microuniverso... Até a minha avó chegar resmungando que se dependesse de mim morreria de sede. 

Infância complexa? Criança complexa?


Admito que a convivência nos transforma.
Todo o santo dia (e todo dia é santo) ouvindo discursos com termos tão corretos, isso acaba moldando nosso vocabulário. Por exemplo, não temos alunos com baixo rendimento escolar, mas temos aqueles com desempenhos diferenciados; não há pessoas mal educadas, há pessoas reativas ou muito espontâneas...
Assim sendo, eu posso me descrever como criança complexa e a partir desse conceito (complexidade) tecer uma argumentação muito pertinente ao meu caso.
SQN! Deixa para lá!
Eu tinha ideias incomuns. Bem incomuns. Tanto que bem cedo entendi que essas coisas não são para sair comentando. Cedo do tipo nove anos. Foi nesse período a minha epifania: há coisas que não são para contar!

Sempre fui normal!


Mas era dramática!
Não no comportamento social, nas ideias.
Talvez tenha sido uma criança ... complexa?
Não, não vou perguntar para a minha mãe!
Deixa a pobre em paz, já cumpriu sua missão - criou os filhos, ajudou com os netos e agora espera pelos bisnetos...
De onde vem isso, que ideia atrasada é essa - lembrar da infância depois do dia da criança ?
Fazer o quê! Depois que a BelOrca se deu ao trabalho de reunir as fotos do face e fazer um painel para a sala do café, o assunto se tonou inevitável.