segunda-feira, 30 de março de 2015

Há viajens e viagens

Acho que fiz os dois tipos. O começo foi punk, o final foi mais organizado e se não foi elegante, teve dignidade. Nossas viagens para compromissos de trabalho são quase sempre tranquilas, desde que não sejam administradas por secretárias patetas... Para resumir em imagens, esses quinze dias começaram assim: Eu e o meu estado de ânimo na primeira semana. (Quase isso, a pé, sem malas, e sem hotel! Não, o beiço não - porque eu me sei me controlar... Mas, atrás dos óculos escuros  eu mantinha um olhar assassino... )


Aos poucos foi melhorando - consegui transporte, recuperei a mala...


E consegui voltar "ao normal"





Frase edificante do dia



De volta ao mundo não é dei a volta ao mundo. Viajei, fui ali e já voltei e espero que com mais paciência - não que a humanidade mereça, mas...
O caso é que, sem paciência, eu sofro. Sofro por não poder bater em uns, não poder mandar outros se escafederem..
Ah! Que glória seria olhar para a Bela Orca e dizer solene: Es-ca-fe-da-se!
Só que para isso também teria que ter paciência - certamente seria necessário desenhar o significado...
e voltamos à sábia sabedoria popular:
Resultado de imagem para some peolples as like clouds

De volta ao mundo

Caffeinated Owls Art Print
http://society6.com/product/caffeinated-owls_print#1=45

Para começar bem o dia e aproveitar que a máquina de café é nova e está bem regulada: sou a última corruja (só porque não não triplo espresso)!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Escolha difícil

pretty hair and infinity scarf

A escolha da foto foi pela pose - Mais-Má detesta gente torta. A Mais-Tonta foi direto no sapato e depois no pescoço. De fato, o sapato preto com salto amarelo me da vontade de chorar. O rolo de trico no pescoço - E que lã grossa! - com as manguinhas curtas , não orna, não rola, é pura idiotice. Se é quente o suficiente para dispensar casaco e ficar com os braços de fora, para quê enrolar um cobertor de casal no pescoço???
Quando eu cheguei no assunto, parecia tudo acabado, dos pés à cabeça a menina estava errada!
A cabeça, ou melhor, a continuação da cabeça. Levei alguns segundos para aceitar que ela não usava um adereço em forma de galhadas. É muita coincidência, tudo conspira contra nessa foto - até o fotógrafo erra o enquadramento!

terça-feira, 10 de março de 2015

A ideia é boa

Humor - Foca no trabalho
http://lt_2.dihitt.net/links_thumbs/2012/12/15/12746192.jpg

Infelizmente a execução é péssima. Vamos esperar que alguém menos criativo, mas mais habilidoso, faça um trabalho melhor. (Nesse caso, sim, Mais-Tonta, eu coloco como tela de abertura.)

Colega, que base é essa?

Nossa! Como passar o resto do dia sem essa resposta. 

To querendo saber desde que a criatura sentou ao meu lado. A pele ficou uniforme, mas sem aspecto de porcelana. O que essa mulher tá usando?
Ficou bonita? Não. Não faria esse elogio. Tratando-se de quem é e de quem sou, impossível. Mas, diria que ficou bem feito, a cara dela ficou natural e as manchas desaparecerem, sem que se tenha a sensação de “reboco”...
E para melhor piorar a minha curiosidade, parece algo simples, tipo aplicou-tá-pronto. Nada como:
 

Placebo de maquiagem?


Não descreio do poder de uma base, mas nunca acreditei  no  "fica natural" - fica não!  Possibilidade de interferir sem parecer que houve interferência? Na minha modesta opinião, só se for de longe ou no escuro. A gente olha e vê que tem uma camada de base. (Ou várias camadas dependendo da habilidade da criatura e da qualidade do produto...)
É perdida nesses devaneios que acompanho as discussões. (Não, não é um conclave sobre unifomizadores de pele. Sim, estou fora de foco, pesquisando sobre primers e bases...)
Nada na rede que me informe o suficiente. Tem uma quantidade enorme de demonstrações, mas a maioria é fraca como essa da imagem... 
Será que alguém já investigou efeito placebo de maquiagem? Sim, porque é quase só isso que eu encontro.
Sempre fui descrente e o motivo principal é esse tipo de antes-e-depois. Qual é a diferença? Desenha para mim porque sozinha eu não vejo...

segunda-feira, 9 de março de 2015

É muita vontade de participar...

Acho que nunca vou entender um pedaço da humanidade. A blogueira, para movimentar as coisas, criou um desafio e conclamou os leitores para aderir, fez a campanha dela, manteve a chama acessa durante todo o mês. Até aqui, nada de extraordinário.
Agora, desafio acabado, ela publicou o material que recebeu. O que me chamou a atenção foi o conceito de "organizar um cantinho de estudos" que alguns leitores desenvolveram. Para alguns (vários), o "desafio" foi tirar o copo de cima da mesa e guardar roupas ou chinelos que se amontoavam aleatoriamente. A minha pergunta é - e se a tia do blogue não tivesse lançado o desafio? Ou, em algum momento que eu perdi, o tema do desafio mudou para "Abandone a preguiça e limpe a sua casa"?
É implicância minha?
camila-nunes-costa]
giana-mondadori
joana-abbiatti

Impossível não ter medo...

o
https://36.media.tumblr.com/2ba5d3e37a51e82f17a96ac2e5b178c2/tumblr_nksw5vJWlL1qa7p1yo1_540.jpg

É só parte da pessoa, mas já foi suficiente. Fica para a imaginação construir o que falta.
Nem foi a ... legging ? meia? Como chamar? Aparentemente vai do pé até a cintura ... ou além.  Pode ir até pescoço! Quando a roupa inclui sapatinho preto bico fino com pernas listadas de vermelho e preto com um vestido tipo rede....
Mas tudo isso é detalhe. O que me provocou desconforto nessa imagem foi a mão. 
Sei lá, provavelmente era para ser o toque de humor no look... O efeito para mim foi pavor!

segunda-feira, 2 de março de 2015

Matemática simples

Resultado de imagem para buffet por quilo
Um quilo de carne de primeira está... 20,00 , o quilo do tomate 6,00... (Por enquanto...)
Então, adivinha quanto de estar o buffet por quilo?
Faz sentido alguém pagar 27,00  pelo quilo de comida e se servir de alface, tomate, cenoura e beterraba cozida, acompanhado de abobrinha refogada com couve?
Eu acho que não.
(Sim, agora eu fiscalizo pratos no restaurante.)
 A colega é especialista em dietas (Sim, ao que tudo indica a especialidade em dietas não significa especialidade em emagrecimento. Isso me deixa confusa e desconfiando um pouco  - é  tanta sabedoria acumulada sem dar resultados óbvios...)
Enfim, estou em fase de redução, mas se é para ser vegetariana, encho meu pote em casa e almoço tranquilamente na sala.
 (Sim, ontem deu certo. Sem o vai e vem de sair para almoçar deu até tempo para soneca.)
Que-qui-eu-comi? Frango ao molho de mostarda, picanha na chapa e linguiça toscana.
Sim, se todos fossem eu, o restaurante fechava (ou o preço ia ser maior ainda), então vamos deixar a tia pagando cenoura pelo preço de carne que tá bem bom!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Transbordando



Mas não de felicidade...

Ao tentar entrar em uma calça jeans veio o sinal de alerta.
Transbordei. Além do cós havia pedaços de mim, pulando para fora dos limites da calça...
Puxei pela memória. Qual foi a última vez que usei calça?
Dezembro? Finzinho de novembro, talvez...
Não lembrei com exatidão, mas ficou numa faixa de quase 3 meses...
Surpresa! Quase 3 meses de vestidos e saias!  
Tempo suficiente para ganhar um cinturão nada elegante...

Se não tiver solução logo, vou começar a procurar informações especializadas. E pelo visto, referências não faltam...

O Tempo deve mesmo ter essa cara!


Outra diferença que eu não gostei de admitir: o tempo não é o mesmo...
Se, há anos os desmandos são  semelhantes e agora  houve consequências...
É triste concluir: o tempo passa e o corpo não responde do mesmo jeito...
A gente não se movimenta mais com a mesma frequência e intensidade...
Aos poucos, bem lentamente - imperceptível - a mudança acontece.
Somos os mesmo, só que não!

Não foram apenas chinelos...

Resultado de imagem para palha italiana
Meus amores de verão foram vários (Não, para esse tipo de amor desconheço fidelidade!)
Alguns foram amores bandidos que agora me fazem pagar caro pelos carinhos concedidos...
(É, eu sei... tá ficando estranho!)
O caso é que durante o verão me entreguei loucamente às comidinhas fáceis. Foi o verão da palha italiana, do sorvete de baunilha com bolo, das pizzas gigantes com cinco sabores...
Qual a diferença? Os itens não são novos, a frequência de consumo sim.



Eu!

Gorilla Ou eu iniciando dieta...
 Comendo a salada que me cabe,
 nesse grande restaurante a kilo que é o mundo!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Uma história de amor que chega ao fim

Resultado de imagem para havaianas flat


Previsível fim. Com data e hora marcadas. Termina dia 02 de março, às 6:45 meu tardio e intenso caso de amor com os chinelos de dedo.
Depois de décadas reclamando do desconforto causado por tipo de chinelo, experimentei as flats. Se alguém tivesse me indicado, duvidaria...
Só comprei dois pares porque elas apareceram mais baratas (Comprei por 12,00) e bonitinhas.
Comecei a usar durante uma tarde e... de noite ainda estava com elas. Nada de peso no pé, nada de assadura entre os dedos. Nenhuma vontade de jogar longe e ficar descalça. Esqueci que estava de chinelo.
Depois de um fim de semana inteiro só de chinelinho, voltei no mercado e comprei mais duas! Durante janeiro e fevereiro, acho que só usei outro tipo de calçado umas cinco vezes. Trabalhei, fiz compras, fui ao cinema, fiz de um tudo sempre de chinelos...
Mas, como dizia minha avó... não há bem que sempre dure (nem mal que nunca se acabe)!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Sororidade é diversão! (Parte II)



Se a Bela-Orca teve momentos de iluminação, ela que resolva seus problemas com as colegas. O máximo que as amigas conseguiram foi associar o termo com as comunidades gregas que aparecem em filmes classe c. Espírito-de-Luz, por exemplo, revoltou-se: Já não basta Halloween!?!?!
Ficamos com cara de Oi? Ãh?
Ela se explicou com um discurso patriótico entusiasmado: temos copiar isso também? Agora vai ter casa alfa-pi-zeta-aqui? 
Irmandade, fraternidade, sororidade, best-friends-for-ever, cada um entendeu como bem quis!

Sororidade é diversão! (Parte I)

E nós não temos o que fazer. E tão pouco queremos procurar, porque já diz o ditado: quem procura acha! Em conversas sobre amenidades e breves passeios foi-se a tarde. De um modo ou de outro, (Sabe-se lá, qual era a intenção!) o assunto predominante foi sororidade e não sei quem é mais criativa nas interpretações. No final, acabei achando que a Bela-Orca tinha bebido demais no feriado (ou batido com a cabeça durante as atividades domésticas). Confirmando o dito popular - de onde menos se espera, às vezes sai algo -  a criatura se revelou uma feminista! Bem, ao menos no discurso. No café, fez um bom arrazoado sobre a imagem feminina nas histórias infantis. Terminou invocando Maleficient. Na análise dela, o filme Malévola tem mensagem truncada de sororidade. Não vou questionar se tem fundamento ou não. Hoje essa mulher alcançou níveis de raciocínio que eu julgava impossíveis para ela. Então vamos deixar assim:  sororidade teria mudado a história de Malévola!
Resultado de imagem para maleficent


De volta ao passado

Quando retornei do bar e vi todo aquele conjunto de papel roxo pregado num dos murais consegui entender o comentário da colega: não valia o lumi paper!

Lembrei de uma lista de material escolar (Primeira série!) que pedia duas embalagens disso:

Não sei se ainda é caro como antes, mas na época custou mais do que o pacote de 500 folhas de A4 branco + canetinhas + lápis de cor!!!
Juro,  pensei que a professora tinha um projeto de arte magnífico para executar com as crias! Na minha cabeça, só algo assim poderia justificar tamanho investimento. 
Acabamos recebendo, a cada semana, pedaços desse pequeno tesouro de papelaria, devidamente cortado em bilhetes! Sim, a professora usava para fazer bilhetinhos impressos, recortados com tesoura de fio ondulado. Só isso.

Quem não gosta?


É quase como chocolate! Só um ou outro não gosta de adivinha! O apelo à sororidade virou adivinhação. Na falta do que fazer e provavelmente porque ninguém fez coisa muito memorável no carnaval  (Parece que todo mundo resolveu fazer mega faxina, tipo por ordem na casa para o ano que começa!)... por um motivo e outro os cartazes A4, colados em vários pontos do prédio, fizerem sucesso. Todo mundo (Oui, moi aussi!) resolveu dar palpite sobre o que, quem, por que e como...
Teve o grupo do "Sei o que é e não me interessa". Estavam mais a fim de comentar a qualidade da campanha e acabaram dominando a conversa (e despertando memórias de um tempo muito remoto).
A conclusão foi a seguinte: trabalho tosco, que não valeu o lumipaper onde foi impresso, com mensagem vaga e descartável.
Conclusão: que o pessoal da limpeza arrancasse os papeis que não estavam nos murais.
Ordem dada missão missão cumprida. Como colegiais faceiras com uma tarefa nova e cheias de sororidade, as moças da limpeza tiraram todos os cartazes colados a esmo. Acabaram todos pregados de qualquer jeito nos murais de entrada! 

Palavrinha nova: sororidade

Com a aproximação do oito de março e o final do carnaval no calendário - infindável de outros modos - as pessoas aqui ficaram mais críticas, mais cientes do exercício da cidadania, mais politizadas e cheias de espírito combativo - no bom sentido. SQN!
Assim sendo, apareceram pelas paredes cartazes bem artesanais - puro estilo vintage - nos conclamando para exercer sororidade.
Bem engraçado! Boa parte sequer sabe do que se trata e achou que era um tipo de caridade.
Primeiro achei estranho, depois uma luzinha piscou na minha memória ...
Fui ver na internet, a frase é muuuuito usada. Entendi porque um grupinho apostou que era coisa de igreja...