Mostrando postagens com marcador Perguntas-sem-resposta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Perguntas-sem-resposta. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Amor não se explica!


Concordo!
Não precisa explicação alguma para amar ou não.
Mas, dá licença para eu ficar confusa...
Ser índio, viver a cultura K. (não sei escrever o nome como se deve!) é tão importante!
Manter as raízes, continuar a história desse povo é tão necessário e bonito que já tem gente pensando em aprender K . Tudo bem se a pessoa for de ascendência de gringo com alemão? 
Acho que sim, Amor não se explica...
Mas, por que raios e trovões, esse militante da cultura indígena, que jura  - por todos os rios e árvores da extinta Mata Atlântica - que ser índío é necessário,  é tão não-índio?  Só eu vejo a falta de sintonia?
Até a mulher dele é - de acordo com a expressão que ele usou o tempo todo: não-índia! Ou seja, formou par fora da cultura que tanto preza e deseja preservar...
É amor . Não se explica...

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

COMO INTERPRETAR?

Há coisas que me surpreendem. Ainda bem, enquanto for assim posso dizer que ainda há o que viver! A imagem foi presente e me identifiquei. Não de modo pessoal, eu não faria isso, ainda que goste muito de tricotar. Mas na família, há uma ou duas mulheres que seriam capazes de, na falta de agulhas, usar chaves de fenda.
A minha dúvida é se a imagem representa um momento de superação e proatividade - alguém rompendo os limites da dificuldade  e resolvendo um problema -   ou é uma manifestação de intenso transtorno, reflexo de uma psique transtornada ...
(Se fosse da minha família, com certeza, seria o segundo caso!)

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Mistérios da humanidade

Esperando a carona para ir para casa, volta para o blog dos emoticons de crochet. Nada de mais, mais um do mesmo, outro dentre tantos blogs de mulheres que fazem crochet. A ultima postagem é uma coruja! O universo conspira usando corujas para me alertar? O meu remédio tem outos efeitos colaterais além de sonolência? Há outra explicação para esses pensamentos bobos, além do ócio que é oficina do demônio?
Mergulhada em perguntas desse nível eu olho o topo da página: A arte de bordar (Esse é o nome do blog). Criei esse blog para mostrar meus bordados. Amo muito fazer crochê. (Essa é a apresentação).
Coisas que eu fique me perguntando:
Por que esse nome se não tem bordado algum? Os bordados da tia - não existem (Ou talvez estejam muito bem escondidinhos...)
Se ela ama fazer crochet e quer mostrar bordados, em algum lugar crochetar e bordar é a mesma coisa?
 Ela faz um bom crochet? Faz. Parece ser uma artesã habilidosa, o problema é a aplicação desse dote. Depois de entender o que era a coruja/abacaxi, descobri uma alma gêmea da minha tia.

É uma coruja, mas não me representa!
É um pé?  É mão?
Agora vou ficar me roendo de curiosidade - o que ou que está ao laperdo do vaso?

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Sou patrulheira, sim!

Vi tanta bota longa nas minhas caminhadas (Até parece que passo os dias batendo perna e vendo vitrine) que acabei impressionada. E acho que não sou a única com a mesma opinião. É uma decisão que se toma olhando vitrine, sim! Tentar experimentar e  passar pelo constrangimento de não conseguir calçar a bota dos sonhos ou deixar para lá e nunca ficar sabendo como seria?
Não conseguir é decepcionante, mas, ao menos, protege contra um gasto que pode ser de quase ou mais de 600 reais.
Eu, que tenho canela fina e perna da Olivia Palito,  olhei e fique em dúvida, imaginado quantos movimentos estranhos teria que fazer para me colocar dentro de uma bota que, pelos meus cálculos, chegaria à metade da minha coxa.
É o tipo de coisa que eu só olho e nem tento. Frente a certeza de que me faltará pernas, no máximo ficou com a velha bota de montaria. Mas esperando para ver. Ver as manifestações juízo diferente de uma ou outra colega que vai fazer um investimento significativo para um resultado duvidoso.
Mas, lembrando minha sábia avó, mais vale um gosto que um vintém! Ou, usando outra frase célebre dessa sábia senhora: o que é do gosto regala a vida! 
Plus Size Wide Calf  Over the Knee Boots from Eloquii:

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Multitarefas, a favor ou contra?

Dessa vez, não deu! Não é fácil e não me diga que sempre dá certo! Até pode funcionar, fazer três ou quatro coisas de modo alternado. As 'coisas' acabam sendo feitas, o que é bom e necessário. Mas, sinceramente, não sei se a alternância entre uma e outra tarefa acaba sendo de fato eficiente. Tem sempre um pouco de estresse, tem o grande risco de perda da qualidade, tem um esgotamento de energia e paciência que literalmente brotam ao final do conjunto. 
Não estou defendendo o 'cada coisa de uma vez e no seu tempo'. Isso também é irreal. Apenas reconheço que alguma coisas que podem andar  (Melhor ou não?,Jamais saberei!)  juntas e ao mesmo tempo e outras que não. Cada momento merece uma avaliação de estratégia a ser adotada.



terça-feira, 24 de maio de 2016

Essa casa existe?

É de verdade ou só uma imagem? Essa dúvida me assalta cada vez com mais frequência. Eu olho as coisas e não consigo decidir se são reais ou imaginadas.
A casa azul é só uma das coisas que não sei se existem, mas passo a desejar que sejam de fato materiais. Por quê?
Sei lá, meio doida a resposta, do tipo: o mundo me parece melhor se ela estiver sobre a terra, com gente morando dentro. Sim, gente, não outra espécie qualquer!
O que tinha no café que eu tomei no intervalo? Não sei, mas começo a ficar obcecada com a possibilidade dessa casa existir ou não!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Nesse mundo sem limites, esperar o quê?

Meias de yoga!
https://br.pinterest.com/pin/185703184614431012

Mas, o surpreendente (para mim) foi ouvir a colega dizer que é a mesma coisa que isso:
De que jeito! Minha senhora, por favor, raciocine!
Minha vã indignação foi interrompida pela Mais-Tonta que lembrou que já vimos coisa pior! Já discorremos e comentamos sobre adereço muito pior!
Tive que concordar, será difícil bater essa:

Estou exagerando sobre falta de limites?


Acho que não!




quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Instabilidade nas paixões

De tanto olhar, comecei desconfiar. Não de tudo, mas...


Fala sério, as criaturas somem de casa, nunca mais voltam e ... deixam os sapatos milimetricamente alinhados?  como se estivessem esperando serem calçados? Quem sairia de casa sem os sapatos? Foram abduzidos ou arrebatados e só os sapatos ficaram para trás?
Pura implicância minha com a presença de sapatos em fotos de interior. Quer dar um ar de habitabilidade em um cenário de quarto? Coloca um sapato na beira da cama, do lado da cadeira ...
Afff... 
Mas também tem outra coisa... O brilho de algumas superfícies, revelando a falta de pó  ...
(Admito, passei do amor ao ódio! Agora, acho tudo fake!)

Sempre pertubador

Meu olhar é de fascinação. Também, sempre é um pouco disfarçado. Aquele tipo : Não me interessa tanto assim, mas estou aqui, então, por que não?
A verdade é que eu gosto muito de uma casa velha. Abandonada ou habitada, por dentro ou por fora, tanto faz.
Não é o caso da Mais-Tonta que tem medo de fantasmas. Ela jura que não acredita, mas jamais conseguiria viver em uma "casa de gente que já morreu". A expressão é dela e entrega tudo!
Eu, que em nada acredito, olho e vejo apenas parede. Minha reverência é pela história das casas, pelos tijolos e madeira que elas guardam.
As fotos de http://www.dailymail.co.uk/news/article-2316987/Photographer-Niki-Feijens-eerie-images-abandoned-farm-houses.html são instigantes pela exposição do abandono. Pela curiosidade que causam. O que aconteceu? É impossível evitar essa pergunta e manter a mente quieta.
De modo diferente, Mais-Má e eu sentimos que essas imagens são perturbadoras. 
Não, não temos a mínima intenção de desenvolver explicações, Apenas saciamos a vontade de olhar...
Disused: Ignore the dust, dirt and peeling walls, and this room is almost ready for a family to sit down to a cup of tea

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Não ter o que fazer?


Algumas atividades humanas sempre me deixam pensativa. Não consigo evitar a sensação de profundo desajuste entre a racionalidade e a materialização de algumas empreitadas.
Entendo a diversão - mas não a tarefa levada ao extremo. 
Empilhar copos, por exemplo, para mim sempre foi (e será) tarefa de gincana escolar. 
Mas não é só isso!  Tem competição oficial, tem material especializado, tem técnicas e treinamento para... para...
É nesse ponto que eu perco a capacidade de entender. 
Por que alguém tem que ser o mais rápido empilhador de copos?
 O que move uma pessoa para essa missão?
Não, não é uma implicância temática O meu olhar questionador ultrapassa os copos e nem era sobre copos que eu pretendia escrever.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

De volta aos velhos tempos!

Fui ao banheiro e fiquei surpresa!

 Não exatamente no bom sentido, mas foi inusitado: havia algo escrito na porta! Nos últimos anos (? quantos? Não lembro, mas acho que são anos mesmo!) as portas de banheiro não ostentavam manifestações! Só cartazes como esse:
181220134606























A frase era uma pergunta com tom filosófico e motivacional.
 (Não, não era nada com Jesus! Só o que faltava - evangelização em banheiro!)

O que você faz do seu tempo?

Gostei da resposta,
(Ainda que fosse em forma de poesia.)
(É o que acontece quando o banheiro é compartilhado com o pessoal das letras...)

 Entre outras coisas
 respondo perguntas bobas 
em portas de latrina!

Aparentemente é só um começar que o diálogo se estabelece e o velho costume renasce.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Eu adoro um puxadinho!

Minha casa é um retângulo. Não tenho problemas com ela! Gosto, muito inclusive!
Mas falta um puxadinho!Cheguei a sonhar com um!
Sonhar de verdade. Não aquela coisas que aparecem na minha mente quando estou na borda do sono. Nesses momentos de limbo de consciência, penso/vejo/sonho cada coisa!
No meu sonho da noite passada, depois da porta da cozinha tinha uma calçada curta e pouco larga, levava a uma peça com porta e janelas. Lá dentro tinha uma mesa encostada na parede que não existia e outra no meio do espaço. Uma tinha tinha plantas e mais plantas, a outra canecas de chá.
E agora?
Consulto a colega cuíca? Será que tem no manual?
Acho que não. Quem manda sonhar com coisas não comuns...

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Minha cara

...ouvindo sobre a importância do empreendedorismo.
Só ouvindo...
(Ouvindo e pensando, então é assim que a gente vai salvar o mundo!?)

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Coisas que ninguém quer explicar

Voltei!
Voltei também a frequentar a sala do café - com a moderação de sempre.
Meu roteiro é simples: entrar, cumprimentar, ouvir, identificar qual é o tema em pauta (sempre tem um!), fazer um ou dois comentários, dar adeus e ir-me-embora!
Quando cheguei, o assunto estava iniciando: a pouca qualidade das camisetas contemporâneas / como as antigas malhas eram boas!
Enquanto enchia a térmica, tentaram mudar o assunto. Uma colega, dando continuidade aos exemplos da péssima qualidade das roupas atuais,  afirmou  que "antigamente as camisetas ficavam no lugar" e "Agora, por qualquer coisa, a malha sobre e a gente tem buscar a camiseta lá em cima". 
Depois disso, silêncio...
Espírito de Luz, muito sensível, tentou resolver - comentou que trocaram a marca do café e que vem vindo mais chuva... 
Antes que alguém pudesse reclamar do estacionamento alagado (Essa era a minha parte!), a criatura sem noção insiste no argumento de que as malhas das camisetas não são boas e por isso sobem!
Saí levando comigo a curiosidade: será que alguém vai ter coragem de explicar porque as camisetas sobem? Será? 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Rituais e conselhos - não funcionam!

Comigo, não!
Algumas ideias divulgadas são muito estranhas. Tomar água quente com limão (Será que limão acaba com os desejos homicidas?), ou escovar o corpo a seco (Qual a necessidade disso? Eu já estou bem contrariada por ter saído da cama, vou me esfregar para acordar?)
Também já tentei acordar só 5 minutos mais cedo...
Nada supera a minha capacidade procrastinadora nas manhãs! Eu sei que em 30 minutos eu saio da cama e chego no trabalho. Todas as fibras do meu ser se revoltam com qualquer outro arranjo...

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Quem paga o patinho?


Quem pagava os Patinhos, imagino eu, eram os mineiros. A família dos Patinhos conseguiu, de certo modo, realizar o sonho dos alquimistas. Não sei de outras coisas, mas com certeza os Patinhos transformavam cobre em ouro.
Quem recebeu os financiamentos (que duraram vários anos) nunca se ateve a questões menores. Para que saber quem me paga? Por que perguntar de onde vem tanto recurso? A convicção de ser em prol de uma boa causa sempre bastou. Não interessou os descaminhos que levaram ao acúmulo de tanto dinheiro. Agora, ao menos agora, esses ricos-ricos estavam dando retorno à sociedade. 
A história da dita Fundação é toda construída com informações truncadas e reza a lenda que os Patinhos praticaram o mecenato da Ciência em vários países, usando a Fundação. Mas, nunca na Bolívia! Pensar o quê? Excentricidade de ricos-ricos.
E, também, o dinheiro era deles, que aplicassem onde quisessem... 
E havia mais um argumento. E esse era imperioso:  todos tinham muito o que fazer, porque se ocupar com origens e causas, se havia tanto a gastar...


A história nada oficial


Era uma vez uma família boliviana rica-rica. Rica-rica como só o Riquinho poderia ser. Como ficou rica-rica? Ninguém quis saber. Ninguém perguntou (nem antes, durante ou depois). Afinal, é normal alguém ser rico-rico. Alguém tem que ser!
Na verdade, na Bolívia, esses ricos-ricos pouco paravam, aparentemente de lá apenas vinha o dinheiro, não a inspiração de vida.
Em um dado momento - assim, de repente, sem que, nem para que - quem sobrou dessa família resolveu que pagar obras meritórias era um bom destino para tanta riqueza. Uma escola? Escola, gostei - aqui está o dinheiro, pode fazer! Museu? Gostei, toma aqui o dinheiro para construir!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Mesmo que me expliquem, mesmo que desenhem...

Nada me fará compreender  causa,  razão, ou motivo que leva uma criatura a se fantasiar de mosquito da dengue para ministrar palestras. É uma brincante? É palhaçaria?
Pode classificar como quiser. Para mim, é só falta de juízo, junto com uma grande vontade de aparecer...   Tipo, ficar tão estranha que será impossível ignorar. Mas nisso não há nada pedagógico, as pessoas não vão lembrar com mais facilidade do ciclo de vida do mosquito. Difícil será esquecer a senhora já idosa dentro de um conjunto de camiseta e legging listradas, óculos de natação, asas de fada sininho e antenas de festinha..
Investigando na rede, descobri que há uma diversidade de fantasias de mosquito da dengue, a tia foi criativa, admito - ela podia ter feito uma coisa bem mais simplinha. Tipo essa:

terça-feira, 10 de março de 2015

Colega, que base é essa?

Nossa! Como passar o resto do dia sem essa resposta. 

To querendo saber desde que a criatura sentou ao meu lado. A pele ficou uniforme, mas sem aspecto de porcelana. O que essa mulher tá usando?
Ficou bonita? Não. Não faria esse elogio. Tratando-se de quem é e de quem sou, impossível. Mas, diria que ficou bem feito, a cara dela ficou natural e as manchas desaparecerem, sem que se tenha a sensação de “reboco”...
E para melhor piorar a minha curiosidade, parece algo simples, tipo aplicou-tá-pronto. Nada como:
 

Placebo de maquiagem?


Não descreio do poder de uma base, mas nunca acreditei  no  "fica natural" - fica não!  Possibilidade de interferir sem parecer que houve interferência? Na minha modesta opinião, só se for de longe ou no escuro. A gente olha e vê que tem uma camada de base. (Ou várias camadas dependendo da habilidade da criatura e da qualidade do produto...)
É perdida nesses devaneios que acompanho as discussões. (Não, não é um conclave sobre unifomizadores de pele. Sim, estou fora de foco, pesquisando sobre primers e bases...)
Nada na rede que me informe o suficiente. Tem uma quantidade enorme de demonstrações, mas a maioria é fraca como essa da imagem... 
Será que alguém já investigou efeito placebo de maquiagem? Sim, porque é quase só isso que eu encontro.
Sempre fui descrente e o motivo principal é esse tipo de antes-e-depois. Qual é a diferença? Desenha para mim porque sozinha eu não vejo...