segunda-feira, 24 de junho de 2013

me sinto bem melhor sabendo que amanhã já foi

Da da da di ra da da da
Da da da di ra da da da
Me sinto muito melhor
Sabendo que amanhã já foi

Essa é a minha trilha de segunda feira:

Graffiti

Vera Loca

Se tem inferno para mim
Existe inferno pra você
Que nada nos separe por favor.
Todo o tempo que perdi
Eu não vou mais repetir
Não quero ser o mesmo que já fui.
Não vejo mais televisão
Não tem nada para ver.
Vou passear pela cidade
Com um disparo
Uma canção faz um graffiti em mim.
Da da da di ra da da
Da da da di ra da da
Um grafite que marcou
Me disse que amanhã já foi.
Da da da di ra da da
Da da da di ra da da
Me sinto muito melhor
Sabendo que amanhã já foi
Outra vez.
Ficou no modo repetir e está repetindo desde às 14:00. E ainda não estou nem perto da vontade de trocar...
Posso alegar estresse já no primeiro dia depois de voltar de férias? Dadadadiradadada? Vou assim até o fim do dia.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Coisas que nunca pensei: Quem limpa os museus ....

Que há muita gente na equipe é óbvio. Mas nunca pensei nisso... Esse questionamento nunca surgiu e olha que visitar museu é comigo! Parece aquela coisa de dona-de-casa que chega em um lugar com janelas grandes e comenta: Deve dar um trabalho limpar isso! Segundo a Mais-Má não tem atestado maior de pobreza (de espírito). Para ela, se alguém olhar para uma janela e só lembrar que vidro logo suja ...
Nem precisaria dizer: é feriado e estou fazendo faxina. Resmungando impropérios contra a empregada, marido, filhos (cães e gatos incluídos) e achando que a vida do faxineiro do T. rex é bem mais divertida!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Tenho me esforçado!

E o resultado correspondeu!
Avaliação final da semana: foi muito melhor! Ainda que não tenha sido naturalmente melhor. Muito esforço em organizar a vida. Nos últimos dias foram necessárias duas medidas extremas:
A) Não acessar  endereço que não fosse trabalho - aqui ou em casa!
B) Re-ativar o timer. Não posso dizer que trabalhei por "pomodoros". Foram mais abóboras e melancias! Períodos de 40 a 60 minutos.
Mas agora... fim de festa ... O pobre timer já perdeu a capacidade de me orientar. É a terceira vez que vai tocar e eu não consigo sair daqui:

Fotos e fotos e fotos de plantas!  E eu não quero parar que ver! (Ainda que já esteja ficando meio zonza!)

terça-feira, 21 de maio de 2013

Meus olhos me enganam?

Pode ser!
Achei essa imagem e logo percebi a duplicidade.
 Para a colega foi um espanto - via as plantas e apenas as plantas! (Será que posso alegar insanidade ou periculosidade para tentar  remove-la da minha sala? Afinal, a criatura não conseguiu enxergar a figura humana!!!)
Achei elegante a composição e fui atrás do autor (Mentira. Queria mais elementos para continuar a praticar bullying!)
Não obtive o mesmo tipo de resultado. Pode ser habilidoso, mas ...
 Mas como diria a Mais-Má:  Para quem gosta é um prato cheio!

Estou tentando, mas ...


... mas não estou conseguindo enxergar tudo o que preciso!  A grande dúvida: é a figura que tem pouca definição ou sou eu que preciso de óculos para perto? Vou apostar na ampliação da figura. Miopia, tudo bem, desde os 16 eu carrego óculos, mas "bifocal"? É dose!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Não foi culpa minha!

Pode acreditar! Não é culpa minha! Não foi com espírito photobomber que eu peguei a câmera! Estava com a maior boa vontade, de coração puro e mente aberta! Não me passou pela cabeça detonar o feliz grupinho! Nem estava achando que eram tão estranhos assim. Também, é verdade, nunca analisei muito cada um. Nunca me pareceram notáveis. Nunca me chamaram a atenção para suas expressões faciais. Talvez, por isso, o resultado tenha sido surpreendente. Para mim foi, os outros não perceberam ou escondem muito bem o que pensam!
Resumindo a história: me pediram que tirasse fotos no final da confraternização. Atendi solícita e grata! Tive a chance de não aparecer em mais esse registro tosco da história institucional e sem esforço algum!
Fiz o melhor que pude (e sou razoavelmente competente em fotografar). Eram fotos "formais", daquelas que a gente diz "Um-Dois-Três-E-JÁ"!
Agora, se em todas as fotos - Todas mesmo! - tem alguém com cara torta, dedo no nariz, bocejando, ou parecendo tarado, não foi por minha culpa! O mais bizarro: descobri que temos colegas animalescos. Um com "cara-de-cavalo" (Quase dá para ouvir o relincho na foto!),  outra que parece um shih tzu (Do cabelo ao focinho, igual!) e a Espírito-de-Luz está se transformando em um hipopótamo feliz!
Viva nós!

sábado, 18 de maio de 2013

Na busca da manhã ideal


Decidi (e estou mantendo, desde ontem) definir a manhã ideal. A minha manhã ideal em casa - porque fora dela é um trem sem condutor! De fato não tenho tido qualquer controle sobre o que me acontece no trabalho. Meus planejamentos sempre ficam para depois que as demandas de terceiros forem atendidas!
Talvez por isso...
A ideia é simples: responder o que eu quero/preciso fazer pela parte da manhã. Normalmente faço tudo (ou quase tudo) que é necessário, mas nem sempre faço o que gostaria de ter feito!
Acordei na hora de sempre na quinta-feira e me dei conta de que não tinha nenhuma estimativa de tempo para as coisas que faço. O início da manhã é intenso na casa. Cada um se movimenta para organizar a própria saída e tudo funciona. Mas fiquei curiosa. Quanto tempo eu preciso para me arrumar? Quanto tempo levo para alimentar e organizar os bichos da casa que estão sob meus cuidados? Quanto tempo para o café? Quanto tempo levaria, se não estivesse correndo meio alucinada, do tipo fujam-para-as-colinas, ou corre-que-a-casa-tá-pegando-fogo? 
É isso que eu quero descobri. Desde sexta-feira estou em ritmo não acelerado, registrando apenas início e fim dos três grupos de tarefas: arrumar a mim mesma, arrumar os animais, tomar café.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Meu mini-jardim ZEN!

As fanáticas do mini-jardim zen continuam! Lembrar a todo momento: Haja paciência e aja com paciência! Porque a vontade é mandar longe essas desocupadas. Os benefícios de meditar enquanto mexem na areia, o quanto de estresse isso pode remover ...  Se as justificativas são essas, não preciso de um mini-jardim zen para desestressar! Já tenho! Todos os dias, em algum momento, eu pego uma colher de jardim e uma peneira e vou limpar o banheiro da gata! Brigada bichana, por me proporcionar esse momento de liberação da mente!

A manhã ideal e o sonho de consumo não combinam?


Se eu aceitar a argumentação de que a manhã ideal deveria ser aquela na qual a gente dorme até enjoar da cama, então, a minha manhã não tem nada de ideal!
Gosto de dormir e praticamente durmo em qualquer lugar. Minha dificuldade é outra: manter-me acordada! (Principalmente em palestras e seminários!) 
Além disso, sou daquelas criaturas que custa a acordar. No meu caso, não é abrir os olhos e a vida começa a fluir! Tenho que me dar um tempo e, só assim, a alma volta ao corpo e realmente acordo. Em geral, isso acontece com a tv ligada, ouvindo algum jornal. Uns vinte, trinta minutos, bastam! 
Porém, por mais que o sono seja bom, e sair dele seja difícil, nesses minutos iniciais vou lembrando de coisas que quero fazer durante o dia, especialmente durante a manhã. No fim, acabo levantando na boa, bem felizinha! Posso até dizer que quero dormir até não poder mais, como um sonho de consumo a ser realizado algum dia. Na realidade, o acordar tarde, aqui em casa, significa depois das 7:30 - em geral, antes das 8:00! Depois de décadas tendo compromisso de trabalho e de levar filho para aula que começa antes das 8:00, a vida nos tornou madrugadores por obrigação! Só que tenho a desconfiança de que a minha relação com as manhãs podia ser melhor ...

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Fui atrás ...

Gostei da imagem, mas não tinha o endereço. O Santo-Google informou trocentas imagens com essa frase. Várias (a maioria) associadas a imagens muito, muito toscas. Dentre as idênticas a que  recebi, escolhi uma que me levou ao blog ZsaZsa Bellagio. Gostei. Vou voltar lá para ver.

Primeiro veio a figura ...

Não entendi. Fiquei até preocupada. Não sou daquelas que toma todas e se vangloria disso. Não vou mentir, gosto do efeito - em dose moderada. Não conseguia fazer a associação da figura comigo. De fato, eu não tenho fama de bebum! Socialmente sou responsável - não valorizo publicamente o álcool! Não há nesse mundo foto minha com copo na mão! Sempre que chega o "momento fotinho" nas comemorações, me livro do copo!
Só depois entendi! Entregaram na minha sala uma caixa de presente bem arrumadinha, dentro uma garrafa de Cointreau!

Sabe aquela pessoa ...


... que começa a conversar contigo a um braço de distância e em um minuto está tão próxima que dá para ver os poros do nariz?
... que quando fala contigo te agarra a mão, o braço, o ombro, o casaco, a manta e o que mais estiver ao alcance?
... que sai com cuia e garrafa pelo mundo e não entende que alguém pode não querer tomar mate?
... que fala olhando, mas olhando mesmo, tipo "olhos nos olhos quero ver o que você diz" e te faz sentir o bafo do cafezinho que acabou de tomar?
... que não supõe ter, em uma conversa, nada além da própria voz e a cabeça dos outros balançando?

Pois bem, quem conhece alguém assim pode avaliar como foi desgastante a primeira meia hora da minha manhã. Mas tenho que reconhecer que a ideia da Mais-Má é boa: acabei de fazer a primeira descrição de uma síndrome - falta achar um nome adequado.
Prosseguir o estudo interagindo com o colega? Nem pensar! Acho que vou levar o resto do dia para me recuperar.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Adoráveis criaturas!

SAUDADE da minha fofa que fazia a cara mais linda do mundo quando ganhava um Chicabom!

Nasce uma nova lenda urbana: a it-lady do elevador

Eu não sou facilmente impressionável. Não estremeço quando ouço vozes e não tem ninguém na sala (nem televisão). Não tenho calafrios quando vejo sombras escorregando pelos cantos da sala. Mas, seria capaz de dar um bom grito se a porta do elevador abrisse e lá dentro ...
Para alguém sensível qual seria o feito dessa visão?

terça-feira, 14 de maio de 2013

As coincidências dessa vida


Por outros motivos, acabamos conhecendo o ouvidor! O que são as coincidências! Logo depois do episódio nada-zen, vem o ouvidor visitar o prédio. Veio junto com a comitiva em campanha eleitoral e fez questão de deixar claro que umacoisanãotinhanadaahavercomaoutra. Assim, dito bem depressa!
Não bastasse a presença da criatura quando olhamos para a figura foi de segurar a risada. É um homem na faixa dos 60 anos, com orelhas e nariz bom grande! 
Não, não estou fazendo um julgamento induzido pelo cargo que ele ocupa!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A história do nosso Antigo Mercado Persa


Há alguns anos (vários), periodicamente (na semana antes do pagamento), o prédio era visitado por uma legião de vendedoras: semijóias-plaquê, sapatos, vestuário, itens para o lar... Era possível comprar de um tudo dentro do prédio.
 Não lembro do início dessa situação, acho que nem trabalhava aqui ainda...
Mas me recordo bem do fim: era quase impossível trabalhar em paz. O comércio não era só na sala reservada para café ou reunião. Acontecia em qualquer espaço e para qualquer bolso. Era alunado passando e sendo atacado para comprar pulseirinha, chaveiro, canetas, lanches... O que havia começado como vendas exclusivas para professores, pelo empreendedorismo local logo se transformou em comércio diversificado e muito ativo.
Quem primeiro reclamou? Os donos das lancherias. Eles pagavam (pagam) por licenças que duram dois anos. Conseguem bons lucros através da exclusividade. Mas, naquela época, era tanto pastel e bolo sendo vendido nos corredores  que a competição ficou difícil.
Também já estava irritante a invasão das salas.  Não adiantava estar na própria sala ou em aula, os vendedores entravam, ofereciam o produto e, muitas vezes, não aceitavam não como resposta - queriam negociar, acreditavam na pechincha!
Veio então a reação: ficou ter-mi-nan-te-men-te proibido qualquer tipo de venda dentro dos prédios.
Assim sendo, a visita patrocinada pela Nossa-Donatella ressuscitou um costume banido e temerário.
Quem denunciou? Não sei! Eu sinceramente não lembrei de fazer isso. Não dei a devida importância ao fato. Mas reconheço a legitimidade e apoio a nota do ouvidor. E acho a conclusão da agente de portaria muito lógica: "Afinal, por onde passa um boi, passa uma boiada!"

Venda Zen Autorização


A segunda-feira vai terminar animada! A visitante tinha uma boa conversa, era articulada, simpática e bonitinha. Com tantos atributos, seja por qual for, conseguiu vender algumas versões mais baratas. Dei graças por já ter passado o Dia das Mães. Dado o entusiasmo da "chefia", pelo baixo preço e grande benefício de relaxamento, era capaz de nos presentear com isso! (Sim, Teve presente. Ganhamos bombons! Praticamente o mesmo preço dos mini-lata-gardens!) Não vi o fim da história. Terminei meu café na sala coletiva, peguei água para chá e rumei para a sala de aula. (Não. Não tinha aula. Só fui para lá me esconder para poder trabalhar em paz!)
Agora, antes da postagem, vi no e-mail a nota de protesto da ouvidoria. Não podemos permitir vendas nos prédios. Do lado de fora, que nos ofereçam até a alma. Aqui dentro, nunca! Nem sei se quero ver a cara da Nossa-Donatella e da "Chefia"! (Quero sim!!!! Só não quero é ficar ouvindo duzentas explicações e trezentas justificativas!)

"Zen Garden" de mesa?


Essa vai ser a nova "mania" ? Parece que sim. Nossa-Donatella experimentou, gostou e trouxe a vendedora para socializar essa descoberta. Não sei se é para rir ou chorar com a imagem criada pelo setor de vendas da " empresa". A Nossa-Donatella  expandido a mente, ampliando a consciência, enquanto medita e relaxa seus neurônios tão exigidos? (Eu diria escassos, mas tudo bem! Acho que a vendedora não é tão íntima assim da Nossa-Donatella...) Esses foram alguns benefícios apregoados para o "tabletop zen garden". Minha mesa é pequena! Alguém disse, querendo escapar! Não tem problema, retrucou a mocinha esperta: Temos a versão reduzida! E da sacola tirou dois palitos de picolé recortados (Praticamente era isso!) e uma lata, pouco maior que as de atum! Nisso, bateu um sininho na minha cabeça. Lata?! Como assim, lata? Juro que achei estranho! Lata zen! Cadê a madeira, as energias naturais, e o trololó todo do contato com as forças naturais? Mas tinha outra versão, um pouco maior, que era uma tigela rasa! Essa era de cerâmica e, só as divindades sabem porque, não fique espantada com o conjunto!

domingo, 12 de maio de 2013

Minha mãe e eu - parabéns para nós

Não somos, com certeza, as melhores mães do mundo.
 Mas, com a mesma certeza, somos as melhores mães que podemos ser! 
(No regrets!)

sábado, 11 de maio de 2013

Revoltada e contestadora


Hoje acordei para quebrar regras! Nada melhor que contestar o que é estabelecido, questionar o que está sendo feito!
A única coisa que não se ajusta bem nessa situação é: as regras são minhas!
Acho que bebi demais ontem, só isso!