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quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Tenho talentos úteis! Habilidades e competências bem desenvolvidas!

 Voltando ao assunto. 

Visitas chegando, singela mensagem avisando estamos na curva da estrada, prepara o café!

Fiz café? Claro que não! Tinha muita coisa para esconder, foi o que eu fiz. Em menos de 20 minutos escondi o que era possível. 

Carro no portão, o marido na função 'prende-cachorro', eu olhando ao redor e concluíndo com satisfação: GEEENTE, EU SOU BOA NISSO! A casa parecia uma casa normal!

Hoje, nem me lembro do que foi desaparecido em gavetas, armários, caixas e cestos. Estou cheia de cuidados, evitando abrir desnecessariamente portas e tampas. Amanhã, talvez se precisar alguma coisa. Amanhã, se for o caso, vou procurar o que está escondido e nos reencontraremos com um 'oi sumido' e desejos de Feliz 2025.

Para além do caos, é possível ir?

 O que acontece nos feriados? As pessoas descansam! 

Especialmente as que vão para as casas dos outros!

Veio visita. Eram poucas pessoas, parentes que sempre esquecem de avisar, que se manifestam no portão tocando busina.

 A casa um caos, fica como? 

Qual é o termo para o lugar que vai para além do caos? 

 Casa da mãe Joana? Acho que não. Essa senhora, com esse nome antigo, deve ser uma criatura organizada! Tenho preconceito com nomes, sim. Ficaria desapontada se conhecesse  uma Joana bagunceira.

Voltando ao tema. Dizer que a casa ficou um caos dá a ideia de que foi algo especial, associado ao momento. Não foi, não é. Aqui o caos é o padrão.

Como se resolve o caos?

 Há alguns anos aceitei que ele não precisava ser resolvido, apenas abraçado. Desde então, eu abraço o caos, dou beijinhos e faço cafuné nele.

Tenho um caso antigo com o caos, desenvolvemos uma relação estável e duradoura, baseada em fidelidade e constância. Seja qual for a situação, bem mais e melhor que qualquer humano, ele não me abandona, nem me decepciona.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

A EVOCAÇÃO

De onde veio tanta memória? 
De uma lista de compras perdida no carro. Mania minha, faço a lista e esqueço na mesa, na bolsa, no carro. Em geral dá certo. Minhas listas de compra não são muito longas.
Essa foi especial para lembranças e considerações variadas sobre consumo sem propósito. Estava escrita em um papel de propaganda que apareceu na caixa do correio. Papel bom, pensei. Propaganda bem elaborada, arte bonita e...vários centímetros de espaço que vai virar minha lista!
Na vitrine da papelaria ao lado do correio, momento coincidência-incrível-epifania: bloquinhos de compras. Várias propostas: listas fofas com bichinhos, com corações  flores bem românticas ou mais práticas com menos enfeites.

Nunca compraria. E se ganhasse, daria outra utilidade. (Qual? Sei lá! Não ganhei, não tenho que resolver.) 
Horaria a tradição da família.


ANTIGOS COSTUMES


Na casa de meus avós papel era tratado como algo precioso. Minha avó guardava com cuidado papéis de presentes. Meu avô se ocupava com os papéis de compras do cotidiano. Eram de cor parda, rosa ou azuis (bem menos comuns). Acho que ninguém mais lembra deles. (Dos papéis, não dos meus avós! Enquanto eles tiverem netos vivos (e lúcidos) as lembranças estão garantidas!) 
Os papéis tinham vários usos na família. Os maiores, emendados com fita adesiva, viravam moldes para costura. Os menores eram cortados, furados e costurados, serviam de bloquinhos de anotação.
Sim, fui criada por gente muito comedida, minimalistas e adeptos da utilização máxima dos recursos. Não por ideologia, mas porque a necessidade ensinou.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Estou mais tranquila!

Não é só meu cachorro que faz essa cara de abobado quando está para ganhar colinho!

terça-feira, 13 de outubro de 2015

O clássico momento - E agora?

O que seria um feriado repousante, virou junção.
A ex-colega de escola, agora aposentada, volta para a região com o novo marido (também aposentado). São felizes proprietários de um sítio! 
Tudo que eu queria perguntar era no mínimo inconveniente: 
a) Novo marido? E o velho, quem era?
 b) Como achou a minha casa? 
Fazem décadas que a gente não se encontra e, sinceramente, não lembro se ela era casada, não lembro onde ela morava, não faço ideia se tem filhos, se é avó, se ...
Tentando articular conversa, chego a conclusão que praticamente não conheço essa mulher!

Surpressa!!!

Bem  assim!
Só que um pouco pior...
Eu ainda estava dentro do pijama.
Tocou a campainha. Manhã de feriado? 
Dou uma espiadinha básica.
 Duas pessoas e um carro? 
Não reconheço nenhum dos três.
A cachorrada se assanha. Vão todos para o portão sapatear no barro e se fazer de furiosos.
O marido cumpre o papel da homem da casa, vai ver quem é.
Resisto dentro do meu pijama - não há de ser nada - só gente perdida. esperança vã.
Perdida fiquei eu, quando vi meu marido voltando com dois dos cachorros para prender.
Colocar a cachorrada no canil não é coisa tão simples (não antes deles ganharem comida).
Por sorte a lambança toda demorou o suficiente para eu arranjar uma roupa e me pentear ...

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

F de feriado também é

F de ...
Família
Fartura
Farofa
Face Book
Fofoca
Falta-de-paciência
Ferrado
Fudeu!

Não são nem dez horas e eu já passei por tudo isso!

http://www.just4petcare.com/funny-sleeping-position-of-dogs-puppies-that-seems-awkward/

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Ainda bem que a minha tia não conhece o Pinterest

Caso contrário, todos os carros da família teriam alguma coisa assim!
(Também tem modelos para os estepes que ficam dentro do carro! Sim, porque se dá para "vestir" alguma coisa com crochet, por que não fazer?
Observação: sacolinhas para colocar lixinhos, aquelas de pendurar na mudança do carro, ela já fez para todos!

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Gastei meu estoque de paciência


Quantas eram? Seis (Contando com a minha cunhada). Uma trouxe brigadeiros, outra um monte de empadinhas, houve uma terceira que veio com um bolo gigante. Tudo bem, chegando assim de improviso tem mesmo que colaborar? Colaborar nada, era tudo para o lanche nas barracas.
 Sim cozinhei para dez pessoas e ainda tive que sair com a "caravana" porque ninguém sabia onde ficavam as feiras. 
Para melhorar o cenário, esqueci de dizer, veio junto a minha sogra. Uma boa senhora, totalmente surda e que se recusa a usar aparelho. E tem mais, fez questão de ir junto para ver as feiras... Ficaram as três primeiras na barraquinha e eu arrastando as outras e a nona no meio do povo... 
(Sim, se movimenta bem, mas bem devagar. Não, fez questão de ir da primeira à última tenda, nos dois locais.)
 Quando larguei as outras três no segundo local já era quatro da tarde! 
(Não, a "barraca" não fecha, além delas havia outras que chegaram por outros meios... Tinha um ônibus da associação de artesanato levando material e povo. Não, a minha cunhada veio de carro com a mãe e mais duas, as outras vieram no outro carro.)
Quanto tempo levou essa jornada? Das duas da tarde às seis!
E, então, às oito horas todo mundo lá em casa para as despedidas. Foram só despedidas mesmo porque janta não fiz!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Apaixonada, totalmente apaixonada

São cinco e trinta. O dia ainda não começou. Está escuro. Quase frio. Eu podia estar dormindo, aproveitando as últimas horas da madrugada. Não tive coragem. O choro baixinho que me acordou se transformou em pulinhos, lambidinhas e rabinho balançando. O sol vai nascer e essa criaturinha linda vai continuar me olhando. Os olhos expressivos passam da curiosidade para a dúvida e logo se enchem de alegria. É o filhote mais fofo que essa casa já teve! E isso não é pouco. Porque muitos já tive, me acho no direito de comparar. Os filhotes de husky são os mais lindos e também muito expressivos, mas ... são demônios! Os dogues são lindos e também muito expressivos, mas ... desajeitados demais! Os basets são lindos e também muito expressivos, mas ... sempre me parecem melancólicos! Pugs. Como um pude viver até agora sem um pug ? 




quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A diversidade humana e as sintonias sincrônicas ...

Tenho duas cunhadas "mestres e magas do lar", que fazem de-um-tudo em casa e que... 
Dexaprálá! Descrever as personagens me deprime. 
Resumo: As minhas cunhadas não são pessoas más (Nunca roubaram, nem mataram - até onde eu sei!); têm algumas habilidades (Bem menos que imaginam, mas têm!); ambas estão construindo e, então, a economia se faz necessária.
 Mas como economizar nas Festas de fim de ano? 1) Ficando em casa? 2) Ficando em casa e não convidando todo mundo para participar? 3) Instalando-se na casa de parentes? 4) Abdicando da alegria de presentear?  Quantas outras formas de economia seriam possíveis?  Não imagino, porque isso não é problema meu. E também pouco importa porque nenhuma, nem outra, quer saber de solução.  É só mimi!
Uma já era cabeça fraca por natureza (Deve ter nascido assim, mas teve sorte de ser bonitinha, então ninguém se importou muito com isso.) e a outra, pelo visto, está ficando.
Pelos avisos que recebi, agora estão disputando a organização do Amigo Secreto de Natal! 
Ó Céus! Ó Sais! Ainda é outubro e já se fala disso!
Lidar com uma já era chato, agora temos duas na mesma vibe! Onde encomendar salgadinhos? Qual a melhor doceira que cobra pouco? Por que vocês nunca participam?
Minhas perguntas são outras: Onde encomendar paciência? Tem algum remédio que evite a vontade de mandar parente à m.? Que calmante eu posso tomar?

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Ainda estou pensando no assunto ...

 É, família grande é isso! É o que dizem, mas - na minha nada modesta opinião - isso nem para consolo devia servir.  Só porque são muitos? Essa ideia "novelesca" de que família tem que ter briga e gritaria, desde de quando é modelo que se busque seguir? Cruz-em-credo!
 Todo ano, todo ano mesmo, tem alguém entre a parentalha que surta. Já teve desentendimento que resultou em separação. Já teve estranhamentos que resultaram em afastamentos muito prolongados entre parentes que moram quase lado a lado ....  Para esse ano, já fiz minhas apostas!
A mistura de exorcismo com "modo original de servir tequila" teria sido cômica, se fosse seriado de TV. Ao vivo e a cores, na minha cozinha, foi tenso! Até agora, estou tentando "digerir" a cena e a explicação.  De onde saiu essa ideia? Não. Não perguntei a origem do novo costume do casal. DEUSULIVRE descobrir. Tem coisas que é melhor não saber. Mas, bem pode-se imaginar onde isso pode levar ... Um sacudindo a cabeça do outro, cada vez que se irritar ...



Sai que esse corpo não te pertence!


Ontem minha noite foi bizarra! Jantar concluído, hora do chazinho, conversa vai, conversa vem  (Entenda-se como: queixas e lamúrias, seguidas de tentativas de apoio por parte dos ouvintes). Assim,  meio do nada, meu cunhado levanta. Pega a cabeça da mulher e sacode. Fiquei sem saber se ria, se ajudava ele ou ela. Passada a surpresa inicial ( Supermeidentifico com a menina da foto!), puxei minha cara de papel de parede e  esperei. 
Terminou em risadas. Tratava-se de um "ritual" do casal. É. Alguma coisa assim como... se um deles está no limite de ultrapassar a paciência do outro, o outro se dá ao direito de chacoalhar-lhe a cabeça. Ficou estranha essa frase. Mas o que é uma frase estranha frente a essa bizarrice!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Quem foi responsável pelo diagnóstico?

Nós mesmos! Com o auxílio de empregada que nos disse: O Totó tá parecendo a Vovó! (A avó dela tem Alzheimer).
Se vou tratar? Já trato dele muito bem, desde que nasceu. Veterinário para isso? Se nem para a Vovó tem remédio que funcione, vão fazer o que com o meu cachorro?
Se é só para dizer que ele está caduco, ninguém melhor que nós.
Agora é pensar como fazer um cercadinho para ele não se perder no mundo quando estiver sozinho. Já comecei a procurar.

Agora é oficial: Temos um poodle com Alzheimer

Não foi só a surpresa desagradável - tirar os pés da cama e ... colocar numa poça de xixi! O triste é o significado. Nosso poodle tem quatorze anos, há dois anos perdeu o último dentes e, no mínimo há cinco está totalmente cego. Nada disso é problema. Pula, brinca, come bem o papá de nenê que a gente faz para ele. O que nos preocupa é que ele começou a esquecer algumas coisas: onde fica o prato de comida, onde é o lugar do xixi, onde fica o pote de água e a cama! Todas as coisas que ele precisa estão (há anos) no mesmo lugar - como deve ser para quem tem cão cego. A empregada já tinha dito que ele andava perdido dentro de casa. Nesse fim de semana tivemos várias provas.

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Dias difíceis para um híbrido!


É só me olhar no espelho para lembrar de quem sou filha. Meu pai, (Que descanse em paz!) tinha as pálpebras com uma capacidade incrível de inchar. Quando ficava resfriado era um sapo cururu! Minha mãe (Que continue dando trabalho a todos nessa vida por muito tempo!) sempre teve olheiras muito bem destacadas. Daquelas boas, que maquiagem apenas "disfarça".

Com essa genética, com essa alergia eu ainda queria estar apresentável no início da primavera! Se a esperança é a última que morre, podemos providenciar o funeral. Fui ao banheiro e vi a noiva cadáver (no espelho). Simborapracasa! E fé na crença que amanhã não pode ser pior...

Minha Família é um Zoológico (Não consigo sair disso!)

Sabe qual é o resultado do cruzamento entre um sapo cururu 
 e uma ursa panda?

EU!!!

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Um zoológico em família! (II)


Estamos com visita em casa. Minha tia-avó veio passar frio nos pampas. Tem melhor período para uma idosa de 94 anos, que mora em Fortaleza, vir para o sul? Motivações? Nenhuma. Simplesmente deu vontade de visitar a "parentalha"! Nada contra idosos viajando, mas quando faz 10 graus ao sol ...
Sério que me preocupa! E se ela fica "pesteada", a gente devolve como? Um bilhete de desculpas explicando que a bisa teve uma ataque de bronquite porque passou muito frio, basta?
Porque a verdade é essa, mesmo a gente quase pondo fogo na casa para ficar mais quentinho, ela está sempre com as mãos e pés gelados, sem falar no lencinho sempre secando o nariz...
Mas voltando ao tema zoológico. Várias vezes ouvi minha mãe contar que o apelido da tia era cocota (e que ela detestava).  Ontem á noite a explicação ficou evidente. Não se trata de um apelido aleatório. É do tipo muito bem colocado! Ela foi jogar bolinha com o poodle e a gata. Toda empolgada, incentivava os companheiros gritando com uma voz de psitacídeo altíssima! Os nossos periquitos e as caturritas da vizinha ficaram em um estado de algariação com a voz da tia! Em menos de cinco minutos de brincadeira, até os cachorros do pátio estavam uivando. Só faltou a vizinhaça chamar a polícia.

Um zoológico em família!


Na linha "Experiências sensoriais"!
Quer ouvir um cavalo comendo ração ou milho, ou qualquer coisa mais dura que capim?
Dá para  o meu marido um pacote de torradinhas Bauducco!
Ele é doido por esse pãozinho. (Sem explicação de porquê!)
A satisfação da criatura em mastigar esse lanche pode ser ouvida a mais de um metro! Ju-ro!
Me importo? Um pouco (Bastante!), enquanto dura a barulheira.
E depois? Continua valendo o clássico juramento: na alegria e na tristeza
Não tenho dúvidas, passe o tempo que passar, sempre terminaremos assim: